Ninguém me tem como você. Ninguém.


Saudade de quando eu não me importava


É impressionante como as pessoas me faz pegar nojo delas.


Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podiamos esperar por crescer?


Não citei nomes. Mas se você sabe que a indireta é pra você, é porque assume que tudo que eu disse é verdade.


Mulher gosta de atitude, de sinceridade, e de vez em quando de ouvir uma sacanagem.


A SUA SORTE É QUE EU NÃO ANDO ARMADA .